PARA SÉRGIO RABINOVITZ:

ARKHÉ – origem
início imemorial
o que houve ou não houve
in illo tempore
princípio sem princípio
de Todo e qualquer princípio

LOGOS – coleção, coletânea
mas também discurso
leitura
retórica que organiza
sistematização
mortal e mundana
dos nossos saberes

ARKHÉ (registro cronológico) + LOGOS
AKÁSHICO (registro lógico)
E daqui podemos pensar esta VIAGEM

– VIA LINGUA GEM –

Falsa ARKHÉ. Falso LOGOS.
(A VIAGEM, afinal é plástica)
E resulta numa espécie de
ABSTRACIONISMO ORGÂNICO DE
ARKHÉ

Os “quadrados” de Albers revisitados de
uma outra perspectiva.

Atravessados pela falsa samambaia falsamente
milenar, que aí, ainda mais falsa, deixa as suas
falsas pegadas, o falso rastro de suas folhas.
O que importa é a textura. A pedra feita de
Pedra dentro de outras pedras.
O que se pinta, o que é pintado.
Feed-back mondrianesco
Para nos falar de FÓSSILIS.

De FÓSSEIS CONSTRUTIVISTAS.

Como em Albers. Mondrian. Volpi.
E Toda ARKHÉ é um presente.
Vá fundo, Sérgio, com sua inquietude e
elegância.

Que Toda ARKHÉ
Todo LOGOS
é nutrimento de
IMPULSO.
Que Volpi e Valentim o abençoem.

SEMPREABRAÇO
do
Antonio Risério

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